Sirius Black, o gato (obviamente) preto

Há cerca de 1 mês e meio apareceu cá na rua uma gatinha. Linda, linda, linda. Olhos verdes, pelagem tricolor… A típica gata bebé que faz as delícias de qualquer pessoa. Claro que não ficou lá muito tempo – só o suficiente para a conseguirmos apanhar e trazer para casa..

3 dias depois (2? 4? Já não sei) apareceu um gatinho. Olhos verdes, todo preto… O típico gato bebé que quase ninguém quer. Como já tínhamos que arranjar um dono para a gata, era suposto ele não ficar aqui. Mas, quando a minha mãe lhe deixou comida e água na rua, ele lá quis saber! Miou e correu atrás dela. 30 segundos depois, estava aqui em casa.

A gata foi adoptada em menos de nada – claro, porque todos gostam de um gatinho bonito. Ficou muito bem entregue (de outra forma não iria), tem uma dona que lhe dá atenção o dia todo, um jardim à disposição e uma gata jovem para a acompanhar nas brincadeiras típicas que os gatos lá descobrem.

O gato aqui foi ficando – claro, porque ninguém liga a mais um gatinho preto. Honestamente? Ainda bem. Fiquei logo afeiçoada a ele – a minha irmã bem diz que não damos para Família de Acolhimento Temporário porque queremos logo ficar com todos – e já não sabia o que era ter um animal bebé em casa (nao que precisássemos de mais algum animal, quem nos conhece sabe bem que temos um zoo cá em casa).

Salta por todo o lado, tem uma energia inesgotável, trepa todas as árvores do jardim e explora todos os vasos. É curioso e aventureiro, mas com calma, que os outros animais de frente são todos assustadores (mas aquelas caudas a mexer deixam-no louco). Já não está o escanzelado que era quando veio para cá, está a ficar um gato – mas a cauda sempre hirta não a perde. É teimoso e ainda não sabe bem o que é que aquela palavra esquisita, aquele “não”, quer dizer. Mas vai lá chegar.

Felizmente, tem também alguns momentos de mimo e preguiça. É num desses momentos que vos escrevo, com ele deitado ao meu colo, como todos os dias está, a dormir ou a acompanhar-me a ver vídeos. E também todas as noites, ao dormir comigo – o pessoal cheio de não-me-toques que se contorça.

E com este texto vos deixo um apelo: adoptem. Os vossos dias (e os do vosso novo companheiro, sem dúvida) serão tão melhores depois disso. Acreditem em mim, pois aqui em casa já testamos esta teoria há muitos anos, e ela nunca falha.

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